Cecília. Leia. Seja amigo. Siga. Escreva. Veja. Leia mais.


___________________________________________ 13/06/09 @ 14:08   Comentários 2

Post (atrasado) de dia dos namorados - 6 e 7 de 7

Quando criança, tive vários namorados. O primeiro foi o Jairzinho, do Trem da Alegria. Depois que a gente terminou, tive uma história com o Kleiton&Kledir (não que eu fosse assim, moderninha, mas na minha cabeça era uma pessoa só). Antes do Túlio (o primeiro menino que eu gostei no colégio), foram várias dessas paixões por caras que eu via na TV.

Seguindo mais ou menos este mesmo raciocínio:

Oi, amor! ♥


Usando a memória afetiva no trabalho, que lindo!


Não gosto desse casaco, ele só usa pra fazer pirraça.


Dei esse óculos de presente semana passada.

 

********

 

E, pra encerrar, eu só tenho a dizer o seguinte:


coisamaislinda! (tô abobada)


texto em: louca, dia dos namorados

___________________________________________ 12/06/09 @ 12:42   Comentários 1

Post de dia dos namorados - 5 do 7

Estamos, papai, irmãzinha e eu, numa livraria, onde ele procura um cartão de dia dos namorados para a esposa. No caixa, deu-se a conversa:

- É pra sua esposa? - pergunta a atendente.
- Sim - papai responde.
- Que bacana! É uma coisa que não se vê muito, marido dando presente de dia dos namorados…
- Eu sempre fiz isso.

E a irmãzinha resolve participar:

- É que a mãe tá doente.

 

Papai cara de tacho.


texto em: família, dia dos namorados

___________________________________________ 10/06/09 @ 15:47   Comentários 0

Post de dia dos namorados - 4 do 7

porra!

 

Foto de Adelaide Ivanova - clica pra ver mais ;]


texto em: fotos, dia dos namorados

___________________________________________ 08/06/09 @ 23:03   Comentários 0

Post de dia dos namorados - 3 do 7

E comigo funciona sempre.
¬¬

 

hehehehehehe


texto em: dia dos namorados

___________________________________________ @ 10:02   Comentários 1

Post de dia dos namorados - 2 de 7

Eu saía da escola todos os dias, lá pelas onze e tanto, com aquela calça do uniforme cor de beterraba (medonha), muitas vezes com meu moletom azul do Sonic Youth (não tirava nunca) e ia esperar a Maris na saída do trabalho dela. Tinha 15, 16 anos, por aí.

Ele, que trabalhava no mesmo lugar, saía, passava por mim e dava um aceno de cabeça. No máximo um "oi".

E eu ficava lá sonhando com o dia em que ele - bem mais velho, do tipo inteligente, meio desligado, e todo diferentão - pararia pra falar comigo (imagine só!)… até o dia em que ele parou (e o mundo parou junto). Convidou-me pra almoçar (lindo!). A família achou estranho: um adulto! E no dia seguinte fui à aula com a cabeça cheia de recomendações.

De início, ganhei margaridas e devo ter ficado sem graça. Lembro que meu almoço foi um lanche do Mc Donald’s. O dele foi um prato cheio de salada. Não sei o que conversamos. Mas tenho certeza de que não nos tocamos em nenhum momento, nem ao menos demos as mãos.

No dia seguinte, fiquei com uma mistura de repulsa e vergonha. E primeira passou. Ele viajou pela América do Sul, me trouxe uma bolsa linda mas, por timidez, segundo me disseram, não me entregou pessoalmente. Pela mesma razão, eu nunca agradeci.

A bolsa eu usei por anos.

Nunca mais nos falamos.

 

 

Ele até poderia ter boas intenções, mas eu gostava mais do meu amor platônico de adolescência. Aquele, que sumiu em hambúrguer e refrigerante.


texto em: outros escritos, dia dos namorados

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