Cecília. Leia. Seja amigo. Siga. Escreva. Veja. Leia mais.


___________________________________________ 29/09/09 @ 16:04   Comentários 0

Carta inacabada que não vou mandar

Até porque, os correios estão em greve. Mas caso não estivessem, talvez eu pensasse uma ou duas vezes antes de ter certeza de que era melhor não mandar mesmo.

Em todo caso, o que eu gostaria de dizer, mas não diria, era sobre como faz falta você, pra quem eu não precisei explicar nada na primeira vez em que acordei sobressaltada, e me olhou e me abraçou e depois perguntou sem jeito se podia abraçar. De todos, foi nosso melhor momento. De meses, é o único que ainda me põe sentimental depois que tudo passou.

Mas a verdade, me desculpe, é que não sinto falta de você, e sim de não precisar explicar nada. Dissertar sobre o último mês e meio já me cansou. O assunto esgotou. Não há mais que se ruminar (?) as situações.


texto em: reflexões

___________________________________________ 18/09/09 @ 15:30   Comentários 1

Sr. Zeronove, o senhor é um fanfarrão.

Só estou aceitando numa boa (?) as palhaçadas que 2009 está aprontando comigo porque sei que, neste nível, a hora em que vier a contrapartida (e ela sempre vem) vai ser algo como ganhar na loteria a ponto de poder viver de rendas pra sempre ou encontrar o cara que vai me fazer feliz até meus cabelos virarem algodão.

Pode apostar.

 

 

 

~ não, o amor e o dinheiro não valem a mesma coisa, gentem, foram só exemplos!


texto em: internas, vidinha

___________________________________________ 12/09/09 @ 00:43   Comentários 0

Dos vilões e das mocinhas

Tem coisas nas quais a gente nunca acredita. Coisas que parecem existir apenas na ficção. Os planos mirabolantes. Os vilões bem malvados. As conspirações e armações que ninguém percebe ao longo da história, enquanto os bonzinhos sofrem, e só no final são descobertas. E eu não tô falando das intriguinhas da Malhação. É coisa de novela das oito nove, no mínimo. É coisa do Super Cine. De filme do Corujão (se ainda existisse o Corujão).

Aí um dia acontece contigo. E por convicção, por valores, por o que quer que seja, tu vai lá e faz aquilo que sempre disse que faria (enquanto os outros te olhavam com cara de "não! tu não vai ter coragem! não faz isso!"). E tu sabe que VEM MAIS POR AÍ. Que mexeu com gente que não deixa barato. Sabe que vai, no mínimo, te custar algumas coisas importantes. Mas é preciso se posicionar diante das coisas, não é?

Eu não sei da semana que vem. Não sei. Tudo é dúvida: o que farão e o que farei. A única coisa que sei é que os julgamentos virão, que os dedos apontarão pra gente acompanhados dos mais variados comentários. Mentira, eu sei de outra coisa: quem me ensinou a ser assim disse que fiz o correto.

Dormirei com medo, confesso. Mas certa do tipo de pessoa que eu sou, e isso, de alguma maneira, me tranquiliza.


texto em: é sério

___________________________________________ 09/09/09 @ 00:22   Comentários 1

Blá. Blá.

ou: pra dividir o sexo, a pizza e o feriado

Hum… oi? sabe como é, né? nos últimos tempos, eu lembro, não era cool não se mostrar super feliz na internet. Mas paciência. Não sei qual foi, broxei/brochei (deixem comentários com a forma correta, por favor) agora no final do dia.

O feriado passou, foi meio estranho. Mas feriados são como sexo e pizza: salvo raríssimas exceções, mesmo quando é ruim é bom. E não foi ruim, só foi estranho. Estive com gente que eu gosto, me diverti, dei colo, dei (muita) risada, matei saudade…

E no fundo, mesmo me fazendo de desentendida, sei bem qualé: não me incomoda ficar sozinha… mas sabe o que me incomoda? Fechar os olhos antes de dormir e não ter o que (com quem) imaginar. Sabe aquela hora do dia em que você está quase desligando e pensa que amanhã, quando encontrar fulano no trabalho/na padaria/no ônibus/no msn, vai dizer pra ele não deixar de ouvir aquela música que é a cara dele, e talvez não diga (mas vai saber) que é aquela que você ouviu e ficou pensando nele por um tempão, lembrando da risada dele e das bobagens que fazem juntos? Então. Quando não tem um nome pra inserir no lugar de fulano, é uma droga :/


texto em: mimimi

___________________________________________ 03/09/09 @ 17:50   Comentários 2

No balanço

Há alguns posts atrás, quem me lê com frequência sabe, eu falava bastante do meu processo de emagrecimento, pra melhorar do pseudo-tumor (pseudo, galere!) e pra minha visão voltar ao normal. Estava progredindo bem, perdi dezesseis quilos. Aí houve a noite mais comprida e triste do ano, e no período da doença da Maris, da internação, até que ela voltasse pra casa, toda a ansiedade, medo, angústia, tristeza… tudo virou comida. Depois veio a minha mudança, e entre o encaixotar e o desencaixotar das coisas, foi difícil manter a disciplina. Moral da história: ganhei quase sete quilos.

Mas, né? não adianta chorar pelo top sunday de chocolate do Mc Donald’s derramado! Acertei meus ponteiros pra voltar pra academia, mas a correria da vida ainda não deixou. Agora, quando um pedaço generoso de torta de limão aterrisou na minha mesa, vindo de uma festa de aniversário na sala ao lado, lembrei que preciso voltar aos cuidados porque não quero voltar à ladainha da cegueira. Não é fácil, não. Mas lá vamos nós de novo ;]


texto em: saúde

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