* Semana passada, dia 19, foi o Dia da Fotografia. Passei o dia tirando retratos da minha rotininha pra fazer um post aqui no blog, blá blá blá. Chegou a noite, caí de sono, perdi o momento. Daí teve aquele dia, e aquele outro e mais outro… chegou a noite, caí de sono. A vida tá corrida-corridíssima. Ando moída e trabalhando como se o mundo fosse parar caso eu não o fizesse. E fora o trabalho, como estão as outras coisas?, perguntou-me minha irmã hoje à tarde, no msn. Não tem outra coisa, só tem trabalho. Conheço essa novela de longa data, só tô na dúvida se esse ano a brincadeira começou mais cedo, ou se é qualquer coisa como uma micareta (?), um surto de excesso de trabalho fora de estação.
* Mas uma coisa que eu fiz nos últimos, fora trabalhar (acredite!) foi isso aqui:

No outro braço também tem, mas não precisa foto porque é igual. A obra é do Ribas, da Corpo Fechado, que me fez tecer várias teorias mirabolantes sobre as razões de generalizadamente (criei a palavra?) os tatuadores da Joinvilândia serem muito bonitos e terem gostos musicais bastante questionáveis.
* Sim, meu braço é super gorducho e meu espelho está sujo.
* Faz tempo que eu leio esse blog aqui, e nunca falei nada sobre. Estou falando agora. Os textos da Ivi são ótimos. Em especial os últimos, de sua viagem pela Europa, que são uma delícia. Leia. Mas leia mesmo!
* Tem uma pessoa tentando uma vaga no Ídolos cantando que cô cê foi fazê no mato, maria chiquinha. Não sei o que é pior: a guria cantar essa pérola do cancioneiro nacional, ou eu estar assistindo isso. Medo eterno do meu discernimento televisivo.
Dia 19 choveu.