Cecília. Leia. Seja amigo. Siga. Escreva. Veja. Leia mais.


___________________________________________ 30/03/09 @ 21:56   Comentários 2

São Paulo - 1/4


São Paulo em azul. Preguiça tanta que nem abri a janela.

São Paulo acordou com um céu azulzinho simpático, enquanto Nice e eu nos arrastávamos pra fora das camas logo cedo. O dia foi longo e cheguei a pensar que a única opção para sair do auditório, no final da tarde, seria abater a palestrante a tiros, já que ela não parecia ter nenhuma intenção de parar de falar (mesmo quase duas horas após o horário esperado para o encerramento). É boa a Dona Pregoeira do TRT da (insira aqui um número que eu esqueci) Região. Mas faaaaaala.

Ainda não descobri como exatamente vou dar um olé no horário pra conseguir horas livres à tarde. Mas devo saber disso já, já, assim que a Nice parar de trabalhar e confabularmos um pouco a respeito.

Ensaboa, mulata... ensaboa...
Ela trabalha e eu fico aqui, tirando essas fotos importantes, na companhia da Lya e do Joey.

Falando na Naice, o casamento foi festona. Estávamos muito finas :P

Lá vem a noivaaaa...
Fabi, Léo, eu, Nice e Fê

Oi, Catarina!
Eu e essas meninas que eu amo

 

~ fotos toscamente redimensionadas no html, porque aqui não consigo fazer melhor - tende paciência.


texto em: fotos, gente que eu gosto, viagem

___________________________________________ 28/03/09 @ 12:45   Comentários 2

A cigana leu o meu destino…

MENTIRA.

 

Mesmo assim, eis meu futuro, pelo menos até terminar o final de semana:

* Almoçar (antecedido por esperar milianos até minhas companhias chegarem, mas tudo bem);
* Fazer as unhas (e tô com vergonha de ir à manicure com estas unhas);
* Achar alguma coisa pra enfeitar meu cabelinho no casamento, hoje à noite (cabelo curto é ruim de fazer penteado e as minhas tiaras não combinam com o vestido);
* Tentar uma pré-estréia da minha câmera nova, a Vivitar Ultra Wide & Slim;
* Arrumar-me pro casamento (e quanto tempo tu acha que eu levo pra me maquiar, considerando o quão mal eu enxergo?);
* Madrinhar no casamento da Nice e do Cícero (e a valsa, comofas?);
* Divertir-me muito no casamento da Nice e do Cícero;
* Se der tempo, assistir a Fórmula 1 quando chegar em casa (e não, não sou da turma do Rubinho - a Lya eu sei que é);
* Separar e passar as roupas pra levar pra Sampa (uhú! passar roupa!);
* Arrumar a mala com as roupas, tralhas e demais apetrechos;
* Ter certeza de que estou esquecendo de alguma coisa, mesmo tendo certeza de que não esqueci de nada (????);
* Fazer recomendações mil ao meu irmão, como se ele fosse criança;
* Receber recomendações mil de irmão, pai, mãe e quem mais puder falar, como se eu fosse criança;
* Fazer piadinhas de péssimo gosto sobre acidentes aéreos;
* Tocar pro aeroporto e fazer a coisa toda;
* Ver a aeromoça e sua performance da dança da máscara que cai;
* São Paulo - aeroporto - trânsito - hotel - caminha de hotel - :D

E não é (só) que eu fique assim boba porque vou viajar. É que tô felizona de ter uns dias de folga da rotina, sacumé?


texto em: vidinha

___________________________________________ 26/03/09 @ 15:31   Comentários 3

A vila

Eu passo tanto tempo me esforçando pra não remoer lembrança que entristece, esse veneninho subjetivo cretino que acaba comigo. E Joinville, cidadezinha miúda, coloca as pessoas a desfilar na minha cara, memória em carne, osso, palavras atrapalhadas e sorrisos amarelos sem jeito. Que jeito.


texto em: internas

___________________________________________ 25/03/09 @ 23:49   Comentários 3

About me

A idéia era comprar uma calça jeans e uma bolsa. Mas no caminho tinha uma livraria e eu MIACABEI na estante da L&PM. Troquei os itens iniciais por quatro livros e voltei toda boboca pra casa.

 
 

~ fica a dica pra você, que está com aquela minha edição lindona de Frankenstein, Drácula & O Médico e o Monstro: ainda espero pela devolução ;]


texto em: livros & discos

___________________________________________ 23/03/09 @ 01:14   Comentários 3

É, então.


e quando eu estiver louco, subitamente se afaste

Os dias que passaram foram como uma daquelas festas em que a gente toma TODAS e, a certa altura do campeonato, olha pra luz (que mesmo pouca, irrita os olhos), pra fumaça, pras caras conhecidas, outras nem tanto, todos falando e rindo e passando… mas  a gente não sabe direito onde está, nem porque está fazendo o que está fazendo. E ainda assim continua ali fazendo… o que mesmo? Continua ali. E toca aquela música que todo mundo dança, e a gente vai meio empurrado pelo ritmo dos outros, um ombro direito que nos toca as costas, um pé que nos pisa de leve (ou com força), um quadril que encosta na gente. Não importa não querer dançar, a gente se mexe junto. E em algum momento a gente acorda - em casa, na casa de uma amiga, na cama de um amigo, na casa de um estranho, no chão de um banheiro - e já é de manhã ou ainda está no meio da noite. E a gente percebe que fez algumas coisas péssimas, estúpidas. Mas fez outras bem boas também. E a gente percebe que não é imprescindível. Se não estivesse ali, outra pessoa o faria - mas, de qualquer maneira, que ótimo estar ali bem naquela hora. E, por outro lado, que bom saber que não é preciso estar sempre.

 

*

 

Isso é uma metáfora. Você é espertinho e bem sabe que não ando bebendo. Mas a vida tem me deixado de ressaca. Das brabas. Não estou reclamando. É que tudo, o bom e o ruim, o fácil e o difícil, o prazer e o dever… as coisas têm ido aos extremos. E eu tenho ficado cansada. São responsabilidades diversas e sentimentos reais potencializando na mesma época, preciso me virar. Mas óquei. O maisômeno, o sem graça, o morno não é bom desde os tempos do Apocalipse, não viria a ser agora.

Vâmo lá, então: Engov pra vida, que pra mim é domingo, mas pro calendário já é segunda.


texto em: aleatórias, fotos, lomo

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