Cecília. Leia. Seja amigo. Siga. Escreva. Veja. Leia mais.


___________________________________________ 27/02/09 @ 11:19   Comentários 2

Plantão médico

Vou escrever em caps, mas leiam como se estivesse até brilhando em neon coloridíssimo ou sei lá o quê:

NÃO PRECISO FAZER OUTRA PUNÇÃO TÃO CEDO!!!

Ou: tão cedo, ninguém vai querer enfiar uma agulha da largura de um dedo no meio da minha coluna só pra ver o que sai de dentro, me deixando no estado mais horrível possível por vários dias (a recuperação é o que f*de).

Como nada é perfeito, Dr. me deu uma esculhambada porque, pra ele, eu emagreci muito pouco e não estou levando isso a sério (coméqueé?), provavelmente porque não estou vendo a cegueira ("vendo a cegueira" é ridículo, eu sei) no final da história e fico me preocupando com coisas periféricas como o fato de eu não poder tomar anticoncepcional (periférica???) porque não posso ter nenhuma alteração hormonal no momento… ou fico cega (ah! 5 pilas na minha mão pra cada vez que ele falou em cegueira…). Obviamente também não posso engravidar, pelas mesmas razões hormonais e tal, o que fez o Dr. me indicar a total abstinência enquanto não resolvo meu problema de saúde, porque, segundo ele gozar sem enxergar não vai ter a mesma graça (é, meu médico não preza muito pela sutileza).

Mas então eis que sai o Mr. Hyde e Dr. Jekyll entra de novo em cena. E pra não ficarmos de mal depois das suas palavras, o Dr. me deu de presente amostras grátis de um dos meus remédios… em quantidade suficiente para oito meses. E eu gasto, só com esse medicamento, cerca de noventa realidades por mês. Daí tu faz as contas…


texto em: saúde

___________________________________________ 26/02/09 @ 11:22   Comentários 4

Querido diário,

Depois da segunda dose de leite ninho da manhã (estou com fome e não tem nada pra comer aqui), a chefe me liga pedindo pra fazer uma justificativa assim, assim e assado. Pareceu-me a hora mais apropriada do mundo pra postar no blog, coisa que eu ando com preguiça de fazer há dias. Durante o feriado eu até tentei. Como alguém que dá google nas coisas mais absurdas, googlei a marchinha de carnaval e fiquei sabendo que é Allah em alalaô, na verdade, Allah-la-ô. Importantíssimo. Comecei a escrever uma lista de drops qualquer que começava com este tópico, mas não rendeu.

O feriado foi-se embora e me deixou bem emuxa, já que com ele, minha amiga Cinthia e as queridas Paloma e Adilah retornaram pra São Paulo. Mãããããs enquanto elas estavam aqui, nos divertimos horrores entre filmes e conversas e risadas e voltinhas e churrascos e piscina. Adquiri até um belo bronzeado rosa tutti-frutti com marquinha de blusa-top-alça-da-bolsa – puro charme! Mas isso foi de andar pela cidade com o sol na moleira e o calor senegalês que a Joinvilândia resolveu nos proporcionar (embora as informações climáticas afirmassem estar mais quente aqui do que no Senegal).

Hoje, dizem alguns, é que o ano começa. Eu não concordo muito não, meu 09 já está bem rodado…

… agora tenho uma justificativa pra terminar antes do almoço.


texto em: vidinha

___________________________________________ 20/02/09 @ 16:28   Comentários 3

CDF

Então ontem foi a noite de visitar a faculdade. E rever os coleguinhas queridos e os professores bacanas. Foi ótimo encontrar todo mundo, e só então reparei no quanto eu estava sentindo falta daquele ambiente. A saudade era tanta que eu nem me incomodei de contar em detalhes o porquê de não estar lá este semestre, história que, pra outras platéias, já cansei de repetir. Entrei na sala no intervalo e, sinceramente? quando o professor preferido chegou para o horário seguinte e disse "fica aí, assiste a aula", eu não fiquei porque deu uma ligeira vergonha. Voltei pra casa toda emo-estudantil :P

O passeio estava quase encerrado quando fui cercada por um enxame (?) de calouros de jornalismo fedendo à toda a mostarda do mundo, sujos como só as máquinhas de lavar roupa de suas mães devem saber neste momento: pediam dinheiro para o trote enquanto as veteranas terroristas os ameaçavam com a terrível idéia de beijar uma tainha, caso não conseguissem sei lá eu quantos reais. O trote (dentro dos limites do aceitável) sempre me pareceu uma parte divertida desta fase. Uma pena a minha faculdade não permitir. Muito tocada que estava com a coisa do ambiente acadêmico, dei cinco pilas pra caloura na tentativa de poupá-la do romance com o peixe (pensando no cheiro, não sei se fiz isso por ela ou pela tainha).


texto em: facul

___________________________________________ 19/02/09 @ 13:05   Comentários 1

Queixa

À poucos momentos do feriado que trará o confete, a serpentina, o Momo, as bundas com purpurina balançando, e aquele espírito ninguém-é-de-ninguém a amiga queridíssima lá da terra da garoa, a situação é a seguinte:

Eu: faringite, febre, sensação de morte-por-dor-de-garganta iminente. Conta bancária: vazia. Computador do trabalho: bombando em vírus. Gato maior: emo, parado num canto, virado para a parede, sem falar (?) com ninguém. Temperaturas: altas, na faixa do insuportável. Geladeira: vazia. Almoço: não há.

COMO FAS///??/????

 

F5

A parte da grana, que sempre é a mais difícil, eu consegui contornar. E agora Cinthia não tem como chegar aqui, pois não há mais passagens.

COMO FAS///??/???? [2]


texto em: irritâncias

___________________________________________ 17/02/09 @ 01:39   Comentários 3

Não posso mais viver assim ao seu ladinho, por isso colo meu ouvido no radinho…

* É… sempre que eu pego um táxi, o que acontece quando eu estou atrasada, mas acontece que eu tenho estado sempre atrasada, calha de eu ouvir coisas demais vindas da éfe-ême que acompanha o taxista. Dá uma sensação estranha, meio nostálgica, meio de alívio, porque (nada pessoal, meu caro, mas) sinceramente, eu acabei me livrando de uma puta roubada. Obrigada, vida.

* Eu fiquei pensando nisso sábado, pulando feito uma louca num momento autista-feliz da formatura do André, quando eu dançava Sonífera Ilha como se não houvesse mais ninguém no baile. Depois que eu saí da bolha imaginária, refleti sobre outra coisa: os caras podem cantar Titãs, e Balão Mágico, e todas aquelas músicas divertidas-decadentes que fazem a gente se divertir horrores. Então por que, mas P-O-R Q-U-E tem que cantar aquelas merdinhas de duplo sentido de "na sua boca eu viro fruta, chupa que é de uva" e similares igualmente patéticos? Vergonha alheia master nestes momentos. Por quem canta, por quem dança, pelo universo inteiro.

* No mais, alguém inteligente já disse pra gente não colocar a carroça na frente dos bois, ou contar com o ovo dentro da galinha, ou outro ditado popular tosco com um significado óbvio: não te precipita, guria! Então tá, né? Uma coisa de cada vez.

* E segue o baile…


texto em: aleatórias

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