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07h45min: Acordei faz pouco pra ir à academia tirar o atraso dos últimos dias. Pode não trazer nenhum resultado prático pro meu corpumano, mas já diria Rita Cadillac, em toda sua sabedoria: é bom para o moral.
11h10min: Voltei semi-morta da academia, mas óquei. Foi bom pra desligar um pouco das questões do trabalho e no trabaaaaalho… ah! hoje a jeripoca (alô, cantor sertanejo! qualé a grafia disso?) vai piar! Agora alguém me mate por ter usado esta expressão. Estou ligeiramente preocupada. Temos licitação à uma e meia, outra "mais pesada" às duas e pouco e uma colega está de atestado (e eu não questiono os motivos alheios pra faltar ao trabalho) e eu sou suplente da Comissão de Licitação, o que significa que, enquanto supla, meu trabalho mesmo é outra coisa, e está em cima da mesa acumulando loucamente. Ouié.
* e não, nenhuma licitação é a da locação de veículos.
11h36min: Por alguma razão inexplicável, dei um google no pio da jeripoca. Descobri que o bicho da música é uma jiripoca, e é um peixe. Peixe pia? Ou quanto mais o pinto pia a pia pinga?
Tá, parei.
19h10min: Licitações fervendo a tarde desta que vos escreve. Mas quando eu digo "a tarde", quero dizer assim a t a r d e i n t e i r a. Mal deu tempo pra beber água ou pra mastigar alguma coisa. Não quero pensar no estado de papéis empilhados aleatoriamente em que a minha mesa está agora. Quero menos ainda pensar que posso pegar uma meia dúzia (ou bem mais) e levar pra casa pra fazer algum homework. Eu não devia, eu sei. Mas me faltam horas na semana útil. No meio disso tudo bate aquela vontade de socar os colequinhas que mandam, às 18h, relatórios de erros do sistema com a mensagem "resolver até o final da tarde". Há há. A tarde já acabou, comofas?
19h29min: Apenas os vigilantes, minha chefe e eu ainda estamos nesta Casa de Leis. Vou pra casa djá!
21h26min: Buscamos sr. Danielson no aeroporto, vindo do Rio de Janeiro. E depois de quase atropelarmos um maluco que andava pelo meio da rua, o mesmo maluco resolveu nos abordar enquanto aguardávamos, no carro, o irmão e sua senhora voltarem da farmácia. Berrava o louco: "quem é o mestre? quem é o mestre?". E eu morria de medo. Vivendo perigosamente e coisa e tal :P
Agora chega, cada um vai cuidar das suas coisinhas.
22h: Mentira, ainda tô aqui esperando algumas coisas terminarem. E a TV ridiculamente murmura "gruda, gruda, na cintura da moleca…", eu fico pensando por que raios está na Globo e eu não mudei o canal. Antes de resolver este mistério do controle remoto, descubro que o Tony Ramos indiano é igual ao Tony Ramos grego da novela anterior. Agora sim. Os trabalhos públicos da sexta acabaram. Dá licença, vou ali ;]
~ atualizações no decorrer do dia, obrigada pela preferência e volte sempre [/papel de padaria]
texto em: vidinha








