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Relações de amor saudáveis: não trabalhamosSão quase 29 anos de relacionamentos amorosos cagados. Eu sei do que tô falando. Mas, basicamente, tudo começou quando minha mãe me matriculou no pré antes de eu ter idade pro pré, o que me fazia ser a guriazinha mais boboca entre as gurias bobocas do pré-escolar. E eu gostava do Túlio. Não tenho nem ideia se o pivete era loiro ou moreno, mas lembro do dia em que a profe (essa coisa de tia só peguei aqui em SC) disse pra ele ter cuidado no escorregador. O Túlio, por sua vez, nutria por mim um enorme desejo… de me acertar com a bola de futebol na hora do recreio, quando eu passava, escova de dente na mão, caminhando até o banheiro pra higienizar meus dentinhos de leite depois do lanche. Um dia ele conseguiu. Terminamos. Um tempão depois do Túlio, eu tenho um dom pra escolher mal. (Desculpaê você que leu e se sentiu ofendido. Não é algo assim de ó, só escolho canalhas! Não, não. Você, você e você são caras muito legais. As histórias foram ótimas mas, né? fadadas ao fim. Já aqueles outros ali são uns escrotos mesmo). Mas enfim, retomando, não é uma questão de mirar em caras babacas, mas de seguir com relacionamentos que visivelmente vão naufragar. Porque eu penso que, muitas vezes, a gente já percebe de começo que não tem como dar certo. E é aí que ó: SEAPAIXONO. Então que tô ali numa situação. Uma situação que grita vai-dar-mer-da. Todo ser que respira sabe. Talvez até algum que não respire também. E eu fiz um acordo com minha adorável irmã sobre não fazer esse tipo de burrada em 2010 em troca de, de repente, a vida nos mandar algo mais legal pra fazer. Mas daí eu percebi que pra falar ao telefone - PRA FALAR AO TELEFONE! - já inclino a cabeça assim, meio de lado, meio pra baixo, dou um risinho besta e faço voz de Barbie Meiguinha. Socorro. |
09/02/10 |
* Tâmoaê.
* Depois de todo o furdúncio que fizeram com a minha vida profissional nesse começo de ano, depois de tomar posse pela segunda vez na CVJ, fruto de outro concurso, já sei onde vou trabalhar. Devo começar amanhã, mas é a Câmara, logo, nada é certeza. Tô um pouco apreensiva. É, outra vez, algo completamente diferente daquilo que já fiz, agora no lado legislativo. Mas, ao mesmo tempo, a perspectiva de trabalhar com gente inteligente me agrada bastante. Meu chefe é uma figura inacreditável e caricata. Mais impressões nos próximos capítulos.
* Todo mundo que me conhece um pouco mais, sabe que eu adoro um programa de TV bem lixo. Incluindo aí os reality shows. Eu sei que é ruim, vazio, não nego. Mas gosto de um programa de TV que não acrescente nada, só pra dar uma relaxada. Isso não me deixa burra, não me impede de ler, de ver bons filmes ou de saber conversar. Enfim. Não falo muito sobre os BBBs da vida, porque o pessoal também não tem nada a ver com meu (mau) gosto. Agora, uma coisa preciso dizer, pois me deixou intrigada toda essa história com o (suposto?) boquete da Tessália: o pessoalzinho da internê deve estar com a vida sexual bem caída, não? Porque, né? fazer UM ALARDE como se um chupisco fosse uma coisa assim de outro planeta, é meio exagero…
* Seguindo a linha de que todo mundo sabe: todo mundo sabe que tá calor. Porto Alegre cidade mais quente do mundo, sensações térmicas de quarenta e tantos quase cinquenta insanos graus, aquecimento global botando pra f*der com a gente mesmo. Mesmo assim vou repetir: Joinville não está possível. Não tem como andar uma quadra a pé na rua sem parecer que correu na praia das 12h às 13h num ensolarado 27 de dezembro. Toda a lateral do meu apartamento pega sol pela manhã, de modo que 1. não dá pra dormir até tarde, porque o quarto é um forno; 2. o computador não liga de manhã, porque o quartinho do pc é uma estufa e o cooler não dá conta (é, talvez meu computador não chegue ao inverno) e 3. meus gatos olham pra mim com cara de quem pede misericórdia e eu saio todos os dias e deixo o ventilador ligado pra eles, de pena (a conta de luz que aumentou 65% de um mês pro outro manda lembranças).
* Hum… enfim. Eu juro que queria escrever mais coisas, mas meu cérebro meio que fritou. Vâmo com calma.
suada pra burro, ninguém curte.







